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7 de jan. de 2012

O reforço do Flamengo é você!


Venho acompanhando o desespero da torcida do Flamengo quando assunto é reforços para a libertadores. É um desespero totalmente aceitável, já que nosso time estreia o ano na competição. A pré-temporada começou, mas Itamar e Magal foram os únicos reforços que chegaram até o momento.

Me recuso a acreditar que, em ano de eleição, o clube dará esse tiro no pé, de disputar uma libertadores com apenas esses dois reforços. Acompanho o Flamengo há muitos anos, acredito que você, leitor, também. Sempre fico acompanhando as eleições, e sei o quanto essa época do ano é complicada. Por isso, tenho certeza que reforços virão.

Minha preocupação não é com a vinda ou não vinda de reforços, e sim em quais condições eles chegarão. A libertadores é logo ali, e precisamos ter um time pronto. Até porque não estamos 100% dentro da competição.

Mas entre todos os reforços que o Flamengo precisa, eu não tenho dúvida que o maior de todos será a Nação Rubro-Negra. Aprendemos ano passado que sem a torcida o Flamengo não é nada. Fomos eliminados da Copa do Brasil e da Sul-Americana com um público baixíssimo. No brasileiro, perdemos ou empatamos vários jogos sem a torcida estar presente para reagir. Quando esteve lá, contra o Cruzeiro, por exemplo, o time decolou.

Precisamos mudar isso este ano, precisamos voltar a lutar junto com o clube, unirmos a ele, esquecendo as dificuldades que é chegar e/ou sair do Engenhão. O ano passado precisa servir de lição. Já está mais do que na hora de perceber que nosso estádio, o Maracanã, está fechado. Nós não podemos cruzar os braços e ficar esperando o Maraca voltar. Precisamos agir, temos que ser o maior reforço do Flamengo para a temporada 2012.

O Flamengo é maior que tudo e todos. Nenhum jogador (Eu disse: nenhum!) é maior que o Flamengo, nenhum é capaz de conquistar mais titulos que o Manto Sagrado. Mas o que chega mais próximo do tamanho do Flamengo, da força do Flamengo e dessa magia, é a torcida. Isso mesmo, somos nós. Nos fazemos a diferença!

Por isso, Nação, este ano, não cruze os braços. Vamos aos jogos, torcer, pular, cantar e empurrar o Flamengo para o título da libertadores. Se não for possível, sairemos orgulhosos de não ter pago por omissão. Faremos nossa parte que, acima de tudo, é torcer.

Se tiver que cobrar, cobraremos, criticaremos, faremos tudo pelo clube. Mas na hora de torcer, na hora de incentivar, seremos nós que levaremos o Flamengo ao título. Seja com Vagner Love ou com o Zé. Esse time com a torcida de 2007 seria capaz de conquistar o mundo!

Nosso amor pelo Flamengo tem que estar acima de qualquer eleição, jogador, técnico e dirigente. Nosso amor pelo Flamengo tem que estar no nível de onde nós queremos que ele chegue.

Vamos, Flamengo! E essa taça vamos conquistar!


Saudações Rubro-Negras

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Fabiano Lenda

Imagens: Google com adaptação de FlaManolos
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12 de nov. de 2011

A Mística Nossa de Cada Dia


A mística que reveste o Flamengo é algo único no nosso futebol. Queria compartilhar com vocês, leitores e sortudos por torcer pelo Flamengo, como é chato ser anti-flamenguista.

Essa semana, antes do fatídico jogo contra o Cruzeiro (quem não lembra da arrancada de 2009?), um certo amigo meu, que não tem time e só torce contra nós (apesar de vez em quando fingir que é vascaíno) estava me trollando, dizendo que Flamengo tinha morrido na competição, etc. E advinhem quem estava de mimimi no domingo? As palavras dele: "É, dá ódio de vocês. Porra, já era pra vocês terem desistido. Não tem nem mais estatística pra vocês".

E desde quando rubro-negro liga pra estatística? A nossa mística desenrola os mais exatos resultados contra, a nossa camisa pesa e é nosso diferencial em campo. Deve ser chato mesmo ser anti. Esse mesmo colega foi o mesmo que soltou a frase "É, somos sempre fracos diante de vocês nas finais". Amigo masoquista eu perdoo, mas o Flamengo não.


Nós temos o atacante que é mais zoado, inclusive por nós, mas que tem em seu rendimento a vice artilharia do campeonato. Aliás, reclamamos tanto do nosso ataque e somos os que mais gols pró temos. Bizarro? Não! Precisamos valorizar o que é nosso, mais e mais! Nosso time demonstra que mesmo com seus problemas e defeitos, se entrarmos com a torcida e com calma o título será nosso. Fácil não será, mas quem disse que a gente gosta de moleza?

A graça é essa. Quando pensam que estamos mortos é quando ressurgimos e deixamos os outros embasbacados e invejados de nosso potencial. Não se engane, torcedor. Para essa arrancada rumo ao Hepta não precisamos ter o melhor time do mundo, só precisamos utilizar a nossa maioridade. Como? Vide Engenhão domingo. A velha frase não é marketing, não é falácia ou balela: A Maior Torcida do Mundo Faz a Diferença. Nós vimos do que somos capazes. Você não é jogador, mas pode entrar em campo. Então faça o que pode fazer de melhor: continue apoiando, gritando, empurrando, amedrontando o adversário.

E você, quer demonstrar seu amor, sua paixão, sua raça rubro-negra? Grave um vídeo seu apoiando o Mengão contra o próximo adversário, de no máximo 2 minutos para unidospeloflamengo@gmail.com!

Saudações Rubro-Negras

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Camilla Paulino

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Imagens: FlaManolos
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24 de jul. de 2011

Um só corpo e um só espírito.


Após o gol de empate do Ceará, no jogo de ontem, grande parte da torcida presente no Moacyrzão se limitou a vaiar o time (principalmente o Welinton) e não demonstrava o mínimo de apoio. Claro que o jovem zagueiro falhou, mais uma vez, e é direito do torcedor fazer o que bem quiser, mas vaiar no decorrer do jogo só piora as coisas.

A Nação Rubro-Negra é diferente das outras torcidas, historicamente, por nunca deixar de apoiar o time. Porém, cada vez mais enxergamos nos estádios uma massa impaciente, pessoas que já no início da partida pegam no pé daqueles jogadores já carimbados, caso do Welinton. Será que alguém pensa que desta forma está ajudando o time? Que xingando e criticando aquele jogador, que está em campo vestindo o Manto Sagrado, o está motivando e passando confiança?

Tá certo que paciência tem limite e o último resultado realmente foi pra emputecer, mas que vaie, xingue, mande aquele ameba trocar de time no final do jogo. Se o Flamengo sofrer um gol de empate aos 43 do 2º tempo, eu ainda acredito na reação, até o fim. Penso que nem a @CrisMarassi, que postou ontem no twitter: “Toda vez que vejo torcedor saindo mais cedo e revoltado do estádio, torço mais pro Mengão fazer a flamenguice de um gol aos 45 minutos!”

Deixando claro que não estou generalizando, mas falo com saudade de um tempo não tão distante, em que a torcida foi uma só, um só corpo, um só grito de apoio ao Flamengo. Transcrevo agora um texto do Sérgio Xavier Filho, para a revista Placar de dezembro de 2007. Você lembra disso?

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Oh, meu Mengo!
Por que eles foram melhores do que todas as outras torcidas em 2007

Se alguém disser que Ibson foi o grande nome do Flamengo em 2007 não estará mentindo. O volante com pinta de meia (ou seria um meia com pinta de volante?) modificou a maneira de o Flamengo jogar no Brasileiro. Fábio Luciano é outro nome que merece lembrança pelo que fez em 2007. Deu enfim segurança ao miolo de zaga. A retaguarda do Flamengo deixou de ser a peneira dos primeiros jogos também pelo moral do goleirão Bruno. Joel Natalino Santana, o homem que rebocou um Flamengo à deriva, trabalhou com a confiança perdida em alguma esquina das primeiras rodadas e deu condição para os talentos individuais brotarem.

Mas até a Pedra da Gávea sabe que o grande craque do Flamengo em 2007 não foi Ibson, Fábio Luciano, Leonardo Moura, Bruno ou Joel Santana. A torcida Rubro-Negra, essa massa disforme que empurra ou atrapalha o time, fez toda a diferença. Quem teve a oportunidade de pisar no Maracanã ultimamente sabe disso. Não se trata de clichê, um décimo-segundo jogador que empurra a equipe. A torcida Flamenguista pegou o time pela mão e saiu da zona de rebaixamento direto para a ante-sala da Libertadores. Criou cânticos, criou símbolos (Obina é o mais notável), criou um fato novo. O Brasileirão de 2007 foi vencido pelo São Paulo, mas a trajetória do Flamengo na competição marcou mais o ano. Mas por que exatamente isso aconteceu? A torcida do Flamengo é diferente das outras?

Antes de tentar decifrar o enigma é preciso perceber que o Flamengo enfrentou um campeonato diferente dos outros. Por causa do fechamento do Maracanã para o Pan, em julho, o clube teve uma série de jogos remarcados para o segundo semestre. Sempre será discutível se isso foi justo ou não, já que o Flamengo poderia muito bem jogar em Cariacica, Maceió ou em qualquer outro reduto carioca pelo país. De alguma forma, Fluminense e Botafogo, que usam também o Maracanã, se viraram e não tiveram tantos jogos transferidos.

O fato é que os quatro jogos remarcados (Juventude, Cruzeiro, Vasco e Fluminense) mexeram profundamente com o Flamengo e com sua torcida. A primeira conseqüência foi o terror. O clube embrenhou-se pela zona de rebaixamento de uma forma que parecia ser quase impossível tirar o pé do atoleiro. Para quem não lembra, o Flamengo terminou o primeiro turno em penúltimo lugar, coladinho ao natimorto América. Eram somente 15 pontos e quatro jogos atrasados. O primeiro clube na época com a cabeça de fora do rebaixamento era o Atlético-PR, com 22 pontos. O Flamengo estava fazendo uma média de um ponto por jogo, ou seja, mesmo cumprindo os jogos que faltavam, a tendência era seguir no buraco. A sirene soou e a luz vermelha piscou. O torcedor Rubro-Negro rapidamente atendeu ao chamado e percebeu que, quanto mais cedo berrasse, mais cedo o Flamengo se livraria do pior.

A segunda conseqüência foi a euforia. Com o Maraca sempre cheio, o time foi empilhando vitórias em cima de vitórias. Joel Santana se aproveitava dos reforços do segundo turno que, enfim, podiam jogar. Ibson, Maxi e Fábio Luciano fizeram toda a diferença. E aí fechou-se um inédito círculo virtuoso. Sempre com jogos atrasados, o Flamengo desafiava a pontuação da tabela. O que valia mais, a classificação real do momento ou a pontuação virtual (caso o time ganhasse os pontos que faltavam)? O torcedor pessimista apoiava o time pela primeira razão. Quem abria a página do jornal via que o Flamengo seguia próximo da zona de rebaixamento. O otimista ia ao estádio porque acreditava na confirmação automática dos pontos atrasados e enxergava uma Sul-Americana e até mesmo a Libertadores. E, na hora da partida, o pessimista e o otimista se fundiam em um torcedor fundamentalista. A música era a mesma, o Flamengo se transformou na única religião.




Torcer para o Flamengo em 2007 no Maracanã virou programa pop e cult. É em tempos de crise que a criatividade fica mais fértil. Alguém adaptou o “Tema da Vitória” de Ayrton Senna para as arquibancadas. “Tu és time de tradição, raça, amor e paixão, oh, meu Mengo! / Eu sempre te amarei, onde estiver estarei, oh, meu Mengo!” A danada pegou, impregnou corações e mentes. Jogando bem ou mal, o time respondeu em campo. Vencia, de qualquer jeito, como se fosse teleguiado pela arquibancada.

As médias de público do Flamengo são assustadoras, quase 40.000 pagantes por partida no Maracanã. É público de futebol europeu. Mas o que mais interessa aí não é a quantidade de torcedores, e sim a qualidade da torcida. Um estádio costuma se dividir em dois grupos, os organizados que apóiam incondicionalmente o time, na derrota ou na vitória, e o torcedor comum de resultados. O segundo tipo só aplaude “na boa”, paga o ingresso e quer seus direitos de consumidor respeitado, ou resultado ou show de bola. Quando um estádio inteiro consegue torcer do primeiro jeito, não há quem segure o time em campo. Os argentinos são assim. Os gremistas conseguiram na última Libertadores essa cidadania argentina. Levaram um time limitado à final.

O Flamengo fez no Brasileiro o que o Grêmio tinha mostrado na Libertadores. Apoio full time, cânticos, pacote completo. Até canelada de Obina rendia ovação (sem ovos, por favor). Assim não há quem resista. Até o meia Roger deve ficar arrepiado...

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Tirando a parte da comparação com as torcidas gremista e argentina, concordo até com as vírgulas do texto. E relembrar isso me emociona. Torcedores cornetas e que só sabem vaiar sempre existiram e assim deve ser até o fim, mas é possível que tudo isso se torne uma só voz de apoio, como foi em 2007.

E olha que aquele time do Flamengo era apenas bom. Da última vez que unimos o nosso apoio incondicional com craques em campo, deu Hexa! Quer repetir 2009? Os craques estão lá outra vez.

Saudações Rubro-Negras!
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@luamCRFpb
(Luã Milanês)
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9 de jul. de 2011

Enquete: Nação Rubro-Negra



A torcida do Flamengo, não à toa, é chamada de Nação. Onde quer que o Mengo jogue, lá estamos o apoiando. É um amor incondicional, que independe de classe social, etnia, de qualquer coisa. Porque o Flamengo se deixa amar à vontade, como bem declarou Mário Filho. Por isso dominamos os 4 cantos do Mundo.

Muitos tentam explicar porque somos a maior torcida do mundo. Os rivais invejosos culpam a Gl
obo não só de afirmar falsamente que somos os maiores, como de comprar todos os títulos que o Mengo conquista. Como nesse trecho do livro "A Nação – Como e por que o Flamengo se tornou o clube com a maior torcida do Brasil" de Marcel Pereira:

"Muito já foi dito e escrito, mas efetivamente pouco se comprovou sobre por que o Clube de Regatas do Flamengo se tornou uma paixão nacional, a maior paixão de massas do país, uma das maiores do mundo. Há várias versões: uns dizem que a razão da força do Flamengo vem do tempo em q
ue a rádio Nacional passou a transmitir futebol para todo o Brasil; outros afirmam que tudo foi consequência das conquistas na era Zico; e ainda há teses conspiratórias a sugerir que a grandeza do clube foi forjada pelas câmeras da Rede Globo de Televisão."

A verdade é que desde sua origem o Flamengo teve grande apelo popular. Muitas coisas contribuíram pra isso, como o fato de ter sido criado por um grupo de jovens, ainda como Grupo de Regatas, e já na sua primeira aventura nos mares do Rio de Janeiro produzir um herói. A Pherusa virou
em alto mar, e Joaquim Bahia nadou 4 horas até a praia em busca de ajuda. Ali surgia a Raça Rubro-Negra, na sua essência, que é nunca desistir.

Outra coisa, a equipe de futebol, que havia acabado de surgir, não tinha campo pra treinar, os jogadores caminhavam até a Praia do R
ussel no meio da rua, dentre o povo. Não existe diferença no Flamengo, ali o primeiro exemplo disso. Como se vê, desde o início o Mengo traz seus grandes valores, que fazem de nós uma torcida diferenciada. E, carregados por grandes craques que vestiram o Manto Sagrado, a multidão Rubro-Negra veio se multiplicando incontrolavelmente através dos anos.

Os anos dourados, principais responsáveis pela explosão da massa, tiveram o grande pilar de sustentação do mito Rubro-Negro: ZICO. Sim, por ele a Nação Rubro-Negra explodiu. Nunca estava só, mas era a perfeita tradução de tudo que o Flamengo representava. Era a idealização em for
ma de homem do que é Flamengo. Antes dele houve outros ídolos, mas a grande referência para qualquer torcedor é o Galinho. Provavelmente seu pai viu aquele time jogar, e lembra com lágrimas nos olhos aqueles tempos, em que tínhamos um líder perfeito. Foi nesse período que a Nação explodiu de vez. Se faltava um Deus, agora não mais.

Eis o resultado da enquete:
VOCÊ É RUBRO-NEGRO DE ONDE?

Sudeste 50%

Nordeste 24%
Centro-Oeste 9%
Sul 6%
Norte 6%
Estou fora do país. 3%

Norte, Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e fora do país foram as opções da nossa enquete, que teve 300 votos. Obrigado a todos que votaram! E, como não podia deixar de ser, recebemos cliques de norte a sul e também internacionais. Isso é Flamengo, não se explica, se sente. É tudo enorme, desproporcional. O que as pesquisas comprovam nós já sabemos. E você, Rubro-Negro Off-Rio, não se deixe intimidar por quem o critica, quem diz que você não ama sua terra só por torcer para um time de outro estado. A inveja mata e é uma das principais causas de diminuição da arco-íris.

Somos a Maior do Mundo. Aqui a homenagem à arcoirizada:

"Ela quer ter o que eu tenho
Ela tem inveja de tudo que eu faço

O que eu visto a incomoda

Eu humilho quando eu passo

Respeita, respeita, respeita

Enfia o recalque no c*

Que meu bonde vai passar"

Isso é funk horrível e não foi feito para o Flamengo. Mas que parece um recado para os invejosos, parece. Flamengo, nada pode ser maior!

Saudações Rubro-Negras!
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Enquete comentada por
@luamCRFpb (Luã Milanês)
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Uma vez Flamengo, sempre Flamengo.